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Antônio Carlos Pereira Pinto, ex-deputado federal cassado pela ditadura, morre no Rio aos 98 anos

O ex-deputado federal Antônio Carlos Pereira Pinto tinha 98 anos Reprodução Morreu na madrugada desta terça-feira (10) ex-deputado federal Antônio Carlos P...

Antônio Carlos Pereira Pinto, ex-deputado federal cassado pela ditadura, morre no Rio aos 98 anos
Antônio Carlos Pereira Pinto, ex-deputado federal cassado pela ditadura, morre no Rio aos 98 anos (Foto: Reprodução)

O ex-deputado federal Antônio Carlos Pereira Pinto tinha 98 anos Reprodução Morreu na madrugada desta terça-feira (10) ex-deputado federal Antônio Carlos Pereira Pinto, aos 98 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano, onde faleceu de causas naturais. O corpo de Pereira Pinto é velado na manhã desta quarta (11) no Cemitério da Penitência, no Caju, e o corpo será cremado após a cerimônia. Natural de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, Pereira Pinto teve uma trajetória marcada por forte atuação política em períodos turbulentos da história brasileira. Foi deputado estadual por três mandatos, secretário de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro e chegou à Câmara Federal, onde teve o mandato cassado pelo AI-5 em 1968, durante a ditadura militar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Além da vida pública, Pereira Pinto também se destacou como empresário e articulador político em diferentes frentes, mantendo influência na vida pública do Rio ao longo das décadas. O prefeito de Campos dos Goytacazes, Wladimir Garotinho, prestou uma homenagem emocionada ao ex-deputado nas redes sociais. Ele relembrou a convivência próxima com Pereira Pinto durante um período da infância: “Com tristeza profunda recebi agora pela minha mãe a notícia do falecimento de Antonio Carlos Pereira Pinto, pra mim o eterno ‘Seu Pereira’. Tive o privilégio de morar com ele por um ano em 1996, em seu apartamento na rua Joaquim Nabuco, em Copacabana. Foram muitas noites de conversas longas, de ensinamentos de vida e até de aulas de carteado”, escreveu Wladimir Garotinho.