Calçadão destruído na tragédia de 2011 está há 15 anos sem solução na Vila Amélia, em Nova Friburgo
Moradores ainda enfrentam problemas que começaram após tragédia de 2011 em Friburgo O bairro Vila Amélia, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, vive ...
Moradores ainda enfrentam problemas que começaram após tragédia de 2011 em Friburgo O bairro Vila Amélia, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, vive há 15 anos um problema que se tornou parte da rotina dos moradores. O calçadão de concreto que cobria o Córrego do Relógio foi destruído durante a tragédia climática de 2011 e, desde então, a área segue sem uma solução definitiva. Ao longo dos anos, diferentes intervenções paliativas foram implantadas, como a instalação de decks de madeira colocados em 2014. Porém, o material se deteriorou rapidamente com a ação do tempo, empenou e provocou acidentes, especialmente com idosos, situação denunciada por moradores e registrada por reportagens locais. Em 2021, o problema se agravou: parte da Rua Teresópolis cedeu, e quatro carros foram engolidos pela galeria do córrego durante um desabamento ligado ao rompimento da contenção, segundo veículos da região. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. O calçadão sobre o Córrego do Relógio, destruído na tragédia de 2011 Pablo Machado Após o incidente, a prefeitura removeu os decks e instalou cercas provisórias. Três anos depois, porém, o trecho permanece sem reconstrução, e o mato cresce sobre a estrutura danificada, cenário que se repete desde então. Moradores dizem conviver com risco constante e com a falta de uma data concreta para a execução das obras. Em nota, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras informou que o projeto para recuperação da área foi enviado ao Governo do Estado, por meio da Secretaria das Cidades, e vem recebendo avaliações positivas da equipe técnica estadual. A prefeitura afirma que reuniões semanais estão sendo realizadas para ajustes do projeto e que há expectativa de que o processo avance para a fase de licitação em breve. Enquanto isso, quem vive ou circula pelo bairro segue convivendo com risco de acidentes, trechos interditados, mato alto e a insegurança que persiste desde 2011.