Claudio Castro está morto politicamente e precisa entender isso, dizem aliados no PL
Claudio Castro (PL) Fernando Frazão/Agência Brasil Depois da divulgação de áudios sobre uma degustação de uísque em Nova York, para a qual Daniel Vorcar...
Claudio Castro (PL) Fernando Frazão/Agência Brasil Depois da divulgação de áudios sobre uma degustação de uísque em Nova York, para a qual Daniel Vorcaro convidou Cláudio Castro e custou US$ 1 milhão, aliados do ex-governador do Rio de Janeiro disseram que ele "está morto politicamente" e "precisa entender isso". Uma senha para que parta dele a decisão de desistir da candidatura ao Senado, antes de o PL rejeitar seu nome na eleição deste ano. Antes de a GloboNews divulgar a informação que Vorcaro convidou Cláudio Castro para o evento, o ex-governador estava solicitando uma reunião com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, para discutir sua situação na eleição do Rio de Janeiro. Agora, a situação dele piorou. Encontros de Cláudio Castro e Vorcaro eram seguidos por aportes milionários do Rioprevidência Um líder do PL classificou a proximidade com o banqueiro para lá de "perigosa", principalmente porque, depois do encontro regado a uísque, o RioPrevidência fez aportes no Banco Master. As informações são das investigações da Polícia Federal. Além de Castro e Vorcaro, outros oito homens estiveram presentes no evento em Nova York. LEIA TAMBÉM: Cláudio Castro trocou cúpula do Rioprevidência antes de fundo investir R$ 3,7 bilhões no Master A cúpula do PL quer uma definição rápida no caso Cláudio Castro para que o ex-presidente Jair Bolsonaro defina o nome que vai substituí-lo na disputa pelas duas vagas no Senado. A meta do PL é ganhar as duas vagas no Rio de Janeiro, dentro da estratégia de formar a maior bancada de senadores visando o próximo governo. Bolsonaro quer formar essa maioria para aprovar impeachment de ministros do STF, como o de Alexandre de Moraes. A situação de Cláudio Castro já era considerada irreversível depois de ele ter sido alvo de duas operações da Polícia Federal nas duas últimas semanas. A primeira por indícios de envolvimento com esquemas irregulares da Refit. A última sobre os aportes do RioPrevidência no Banco Master. Agora, com as novas revelações de seus contatos e proximidade com o banqueiro, a avaliação da cúpula do PL é que ele "está morto politicamente".