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Justiça determina que mulher que acusa Leniel Borel de agressão seja ouvida em júri do caso Henry

Leniel Borel após adiamento do júri da morte do filho Henrique Coelho/g1 Rio A 7ª Câmara Criminal do Rio autorizou, nesta terça-feira (28), que a mulher qu...

Justiça determina que mulher que acusa Leniel Borel de agressão seja ouvida em júri do caso Henry
Justiça determina que mulher que acusa Leniel Borel de agressão seja ouvida em júri do caso Henry (Foto: Reprodução)

Leniel Borel após adiamento do júri da morte do filho Henrique Coelho/g1 Rio A 7ª Câmara Criminal do Rio autorizou, nesta terça-feira (28), que a mulher que acusa Leniel Borel de agressões seja ouvida no júri do caso Henry Borel. O vereador nega as acusações. A decisão atende a um pedido da defesa do ex-vereador Jairinho, réu pela morte Henry. A mãe do menino, Monique Medeiros, também responde pelo crime. Miriam Santos Rabelo Costa, de 67 anos, acusa Leniel de agressões físicas e psicológicas e de ter causado prejuízo financeiro. Os supostos crimes teriam ocorrido durante uma viagem a Orlando, nos Estados Unidos, em 2022. "O TJ confirmou que a testemunha será ouvida, até mesmo porque possui informações relevantes sobre o caso. A testemunha confirma que o pai da criança lhe admitiu que sofreu um acidente, junto com o filho, que pode ter ocasionado a lesão que resultou na morte de Henry”, afirma o advogado Rodrigo Faucz, que defende Jairinho. Em outra decisão, a Justiça rejeitou o pedido para que o caso fosse julgado fora capital fluminense. 🔎 Henry Borel Medeiros morreu na madrugada de 8 de março de 2021 no Rio. De acordo com perícias, a criança morreu em decorrência de hemorragia interna e laceração hepática. Embora a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o ex-vereador Jairinho, tenham alegado que ele caiu da cama, peritos descartaram essa hipótese, e o Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões de Jairinho, e que Monique foi omissa. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entrega à polícia Novo julgamento em maio Em março, o julgamento de Monique e de seu ex, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, foi suspenso após a defesa dele abandonar o Tribunal do Júri. A juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique. A magistrada considerou a manobra da defesa de Jairinho “uma interrupção indevida do recurso processual, em franco desrespeito à orientação advinda do STF”. O menino de 4 anos morreu com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Jairinho, que era vereador do Rio de Janeiro à época, e Monique foram presos desde abril de 2021, mês seguinte à morte de Henry. Ela chegou a sair da cadeia, mas voltou a ser encarcerada recentemente após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Monique Medeiros, após se entregar à 34ª DP (Bangu), é levada para a cadeia Reprodução/TV Globo