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Polícia mira sequestros-relâmpago contra comerciantes a mando do Comando Vermelho

Polícia mira quadrilha ligada ao CV envolvida em sequestros-relâmpago de comerciantes A Polícia Civil do Rio prendeu, na manhã desta sexta-feira (13), 4 hom...

Polícia mira sequestros-relâmpago contra comerciantes a mando do Comando Vermelho
Polícia mira sequestros-relâmpago contra comerciantes a mando do Comando Vermelho (Foto: Reprodução)

Polícia mira quadrilha ligada ao CV envolvida em sequestros-relâmpago de comerciantes A Polícia Civil do Rio prendeu, na manhã desta sexta-feira (13), 4 homens apontados como integrantes de uma quadrilha ligada ao Comando Vermelho envolvida em sequestros-relâmpago de comerciantes da Baixada Fluminense. A ação, batizada de Argus e realizada por agentes da 59ª DP (Duque de Caxias) e da Delegacia Antissequestro, tem como objetivo cumprir 14 mandados de prisão e mais de 30 de busca e apreensão, além de medidas determinadas pela Justiça. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça As investigações começaram em março, depois que um comerciante de Duque de Caxias foi sequestrado e permaneceu por cerca de oito horas em um cativeiro no Rio Comprido, na Zona Norte do Rio. Durante o período, os criminosos obrigaram a vítima a fornecer senhas, códigos de acesso e autorizações para movimentações bancárias. O homem também foi forçado a enviar um áudio para a mulher dizendo que estava tudo bem. Em seguida, os criminosos começaram a exigir dinheiro. A vítima foi libertada nas proximidades do Juramento e teve um prejuízo superior a R$ 500 mil. Agentes visam cumprir 14 mandados de prisão e mais de 30 de busca e apreensão contra envolvidos em sequestros-relâmpago de comerciantes na Baixada Reprodução Pouco mais de um mês depois, outro comerciante de Caxias foi sequestrado e levado para o mesmo cativeiro. O filho da vítima desconfiou do desaparecimento e acionou a polícia. A localização do celular indicava a região do Morro Paula Ramos, onde os agentes conseguiram chegar e libertar o homem. Como o grupo atuava De acordo com a investigação, a quadrilha era dividida em três grupos: um responsável por chefiar, outro pelos sequestros e um terceiro pela movimentação do dinheiro obtido das vítimas. Segundo a Polícia Civil, Carlos Eduardo Teodoro, conhecido como Arcanjo, recrutava pessoas para fornecer contas bancárias que recebiam os valores das extorsões. Essas pessoas eram usadas como intermediárias e, depois dos depósitos, o dinheiro era transferido para outras contas, numa tentativa de dificultar o rastreamento dos valores. Ainda de acordo com a polícia, Erick Ribeiro de Azeredo Geraldo, Alex de Oliveira do Nascimento e Cauã Victor Ribeiro faziam parte do grupo responsável pelos sequestros. Eles seriam encarregados de abordar as vítimas, levá-las para o cativeiro e mantê-las sob ameaça. Erick foi reconhecido pelas duas vítimas. Segundo os investigadores, ele morava próximo aos comerciantes, o que levantou a suspeita de que o grupo acompanhava a rotina das vítimas antes dos crimes. Os investigados são acusados de extorsão com restrição da liberdade, lavagem de dinheiro, coação e associação criminosa. A operação recebeu o nome de Argus em referência a um gigante da mitologia grega que, segundo a tradição, tinha cem olhos e era conhecido como "o que tudo vê". Polícia prende suspeito de integrar quadrilha de sequestradores-relâmpago ligada ao Comando Vermelho Reprodução / TV Globo 🟩O Bom Dia Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do Bom Dia Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.