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RJ dobra número de multas aplicadas no primeiro mês após mudança em operação contra sonegação

Operação Foco fiscaliza veículos de carga Divulgação Transferida da Casa Civil para o Gabinete de Segurança Institucional no dia 30 de abril pelo governad...

RJ dobra número de multas aplicadas no primeiro mês após mudança em operação contra sonegação
RJ dobra número de multas aplicadas no primeiro mês após mudança em operação contra sonegação (Foto: Reprodução)

Operação Foco fiscaliza veículos de carga Divulgação Transferida da Casa Civil para o Gabinete de Segurança Institucional no dia 30 de abril pelo governador em exercício Ricardo Couto, a Operação Foco, antes chamada de "Barreira Fiscal", dobrou o número de multas aplicadas nos postos que ficam nas divisas do estado. Além da mudança da gestão operacional, a operação passou ainda por uma reformulação no dia 11 de maio, quando passou a ser planejada de forma conjunta entre o GSI e a Secretaria de Estado de Fazenda. Segundo números divulgados pela Secretaria de Fazenda, em maio de 2026 foram aplicadas 873 multas, somando um total de R$ 39 milhões em penalidades nos três postos localizados nas divisas do estado do Rio de Janeiro. No mesmo período do ano passado, foram 431 multas e um total de R$ 11 milhões em valor total. O aumento foi de 102% no número de autuações e de mais de 250% no valor cobrado. A Operação Foco atua principalmente na fiscalização do transporte de cargas, para combater a sonegação de impostos estaduais na circulação de mercadorias. Bebidas, alimentos, cigarros e combustíveis estão entre os produtos mais autuados nas barreiras. Agora no g1 Setor de combustíveis Além da Operação Foco, outra frente de atuação da Fazenda é o mercado de combustíveis. O governo anunciou no último dia 4 de junho o impedimento da inscrição estadual de 19 empresas do setor de combustíveis, incluindo empresas do Grupo Refit, como parte do trabalho de combate à sonegação fiscal nesse ramo da economia fluminense. O motivo são pendências ou irregularidades na área tributária identificadas pela Receita Estadual. Logo após a realização da operação da Polícia Federal no dia 15 do mês passado, a Secretaria de Fazenda abriu uma fiscalização em todas as empresas do Grupo Refit, incluindo uma apuração de possíveis irregularidades na concessão de incentivos fiscais para a Refit. O antecessor de Guilherme Mercês na pasta, Juliano Pasqual, foi um dos alvos da operação da Polícia Federal realizada em 16 de maio, em investigação que apura a influência do grupo Refit na Secretaria de Fazenda e outros órgãos do estado. Pasqual nega as acusações.